quinta-feira, 1 de março de 2012

Pensamento do dia

No Brasil dos altos impostos e das escassas compensações, na ânsia patrimonialista, se chama a saudável competição tributária de guerra fiscal.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Pensamento do dia

No governo, constantemente se toma orçamento por planejamento.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Algumas ideias para Reforma Previdenciária

Todos os valores seriam considerados como de capitalização.
Os valores da previdência seriam considerados “emprestados” com o governo.
Haveria uma remuneração básica de valor mínimo desvinculada do salário mínimo que todo trabalhador brasileiro teria direito.
Haveria uma remuneração proporcional ao rendimento médio ponderado do trabalho do trabalhador.
Haveria uma separação do instituto de previdências do governo. Sua presidência se daria de forma similar à presidência do banco central. Porém, através de mandato.
A taxa de capitalização dos valores seria uma taxa escolhida pelo governo que poderia variar entre a remuneração da poupança (piso) e a taxa SELIC (teto).
Os juros acumulados devem compor a dívida do governo.
Todo aquele com 60 anos de idade e/ou 35 de trabalho (ou contribuição caso não trabalhe) terá direito de se aposentar.
Realizar uma desoneração completa da folha de pagamento alterando a forma de manter a previdência pública. Esta seria mantida com impostos sobre a renda.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Citação da Semana

‎"A censura é o imposto da inveja sobre o mérito." (Laurence Sterne)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A verdade sobre a Internet

Muitos pensam que as provedoras de internet só são obrigadas a fornecer 10% do valor contratado. Não é assim... bem pelo menos não era.

Elas sempre tiveram a obrigação de fornecer 100% da velocidade contratada. A diferença reside num detalhe técnico: bits (b) e bytes (B). Um byte é composto de 8 bits.

Os contratos de internet eram feitos em bits por segundo e não por bytes. Ou seja, se vc contrata uma internet de 1 Mb/s (mega bit por segundo) sua velocidade equivale a 128kB/s ( 128 kilo bytes por segundo). Logo o valor em bytes (que é o que é medido pelo computador) é, logicamente, menor do que o valor em bits por uma simples questão de conversão.

Entretando espalhou-se uma visão leiga saída não se sabe de onde de que as operadoras só eram obrigadas a prestar 10% da velocidade contratada. Visão facilmente rebatida ao se usar a explicação técnica acima. Entretanto isto não foi necessário. De forma surpreendente a sociedade e as autoridades brasileiras passaram a aceitar o estaparfúdio equívoco acima. E este acabou entrando em nosso marco legal para a felicidade das operadoras que reduziaram a entrega de velocidade para o usuário dos 12,5% daquilo que ele esperava (1/8, ou seja conversão de bits para bytes) para 10% (1/10, valor da explicação equivocada).

Parabéns às nossas autoridades por mais este desserviço prestado à nação.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Algumas ideias para Reforma Administrativa

Fechar todos os cartórios e encerrar o sistema cartorial brasileiro como símbolo máximo do patrimonialismo de nosso Estado. Ao invés dele os registros serão feitos em um sistema eletrônico gerido e mantido pela União. Para sua operacionalização empresas em livre concorrência poderão executar os serviços de registro e autenticação. Elas deverão ser credenciadas pelo governo e utilizarão sistemas intensivamente eletrônicos.
Inserir competição entre serviços públicos com incentivos individuais aos servidores pertencentes àqueles grupos concorrentes cujos serviços fossem melhor avaliados.
Inserir avaliações de desempenho em todos os serviços público orientado ao cidadão.
Remover todas as barreiras não tarifárias às importações. Tornar nossa economia mais aberta trará maior competitividade e a desburocratização resultante facilitará a vida do empreendedor e do cidadão além de dificultar a corrupção.
Desburocratizar tudo aquilo em que a burocracia não siga os preceitos de Weber (que são a eficiência máxima e o melhor atendimento possível ao cidadão).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ideias para gerar indicadores para comparar a eficiência de políticas públicas sociais.

Estas se dariam na redução da desigualdade e investimentos sociais.

Para construir o indicador do custo para o governo de uma política pública para redução da desigualdade. Esta poderia se estimar o custo da política para o governo por unidade de redução da desigualdade. Isto se daria através da relação do custo da política em reais sobre a variação do Índice de Gini alcançada, logo:
Custo da Política Pública – C
Variação do Índice de Gini – ΔG
O custo da política pública para o governo seria de C/ ΔG

Também poderia se medir o custo para toda a sociedade desta política pública. Para isso se consideraria a redução na produção.
Em que a variação da produção em reais = ΔP (expresso em números negativos sempre que a produção for efetivamente reduzida).
Então (C-ΔP)/ ΔG seria o custo social da política pública.

Também poderia se medir o retorno de investimentos sociais.
Através do valor presente do aumento futuro da produção subtraído do valor presente dos custos do programa. Ambos calculados enquanto se projetar a existência do programa (muitas vezes a perpetuidade). A taxa utilizada para o cálculo do valor presente seria então a taxa média (ponderada esperada) do endividamento do setor público.O aumento da produção seria medido através da variação do PIB per capita.