segunda-feira, 26 de maio de 2014
Pensamento da Semana
terça-feira, 13 de maio de 2014
Pensamento da Semana
domingo, 30 de março de 2014
Direito à busca de uma vida melhor
#PapeldoEstado, #Inspiração
quarta-feira, 12 de março de 2014
Reflexão sobre o Transporte Público
sábado, 8 de março de 2014
O Passado do Futuro
domingo, 27 de outubro de 2013
Primeiras Reflexões sobre Alta Política no Brasil #1
Eu penso que esquerda e direita são conceitos tão velhos que não fazem mais nenhum sentido nos dias de hoje. Afinal subsidiar milhões para empresários sem metas de competitividade e escolhê-los por critérios obscuros é de esquerda ou direita? Para mim seria de direita. Mas o que significa quando se faz isso ao mesmo tempo que se amplia a renda do trabalhador e do mais pobre? Para mim significa que não é mais uma questão de direita e esquerda. É uma associação dos setores conservadores-aristocratas (pensem nas cortes desembarcando com D. João VI para ter uma boa imagem) que são horrorizados com a concorrência e a competição por quebrar a ordem natural da sociedade estamental e dos setores coletivistas-estatistas (socialistas via de regra, embora seja um conceito prático e não teórico, pois na teoria os socialistas buscariam o comunismo onde a liberdade seria plena e não haveria Estado) que têm horror ao "caos" de uma sociedade auto-organizada sem um líder bondoso a determinar, para o bem de todos e para a igualdade plena, a função e papel de cada um na sociedade, escolhidas pela sua vontade de cima. A prova disto é ver grandes empresários engajados em algum partido com a sigla socialista e com a meta de socializar os capitais. Embora eles jamais socializem grandes propriedades, apenas eventualmente algumas pequenas propriedades em prol do "interesse público" de construir uma estrada ou algo assim.
Na minha visão quem realmente foi expurgado da cena política brasileira foram os liberais, os libertários e os anarquistas. A política liberal que criou a democracia, gerou a separação dos poderes e os pesos e contrapesos da disputa política, fez a justiça ser cega para tratar todos igualmente (e o próprio conceito de igualdade perante à lei ou a definição de leis abstratas que só têm validade para fatos ocorridos após sua criação e que indistinguem os cidadãos), deu direitos iguais para todos (inclusive de propriedade que antes de defender o grande, proíbe a apropriação do pequeno pela força do grande) foi, esta sim, caçada no Brasil.
E não importa que a palavra liberal tenha, nos Estados Unidos e por motivos indefiníveis, invertido parcialmente seu significado; ser liberal não significa, para mim, ser libertário nem ser anarco-capitalista, nem ser anarquista, nem ser comunista.
Ser liberal significa estar alinhado com algumas ideias históricas como as que Rousseau professava ("o homem nasce bom e a sociedade o corrompe"/ Há a necessidade de um contrato social para legitimar a ação do Estado, "O homem nasce livre, e em toda parte é posto a ferros", etc.), com as que Adam Smith e outros brilhantes economistas clássicos/liberais professavam, Kant (principalmente suas ideias sobre a ética prática) e alguns práticos como Mauá e JK.
Sim, JK, porque na minha visão ser liberal não está no tamanho do Estado ou do gasto público, mas no respeito às regras, no estímulo à concorrência, na liberdade de agir dentro delas e de questioná-las quando perderem o sentido.
E mais importante de tudo, para mim, ser liberal é defender e continuar o Iluminismo, ou seja, fomentar a mais livre troca de ideias e permitir as experimentações (desde que sejam éticas no sentido que Kant lhes dá) sem obrigar-lhes a se enquadrar em ideologias e dogmas pré-concebidos. Outra característica do liberalismo é considerar cada ser humano importante. Característica essa menos importante em termos globais que o iluminismo, mas essencial para a sua existência (onde um indivíduo poderia questionar o consenso social se ele é menos que o grupo que implementou o consenso?).
Enfim, ser liberal significa ser defensor das liberdades, não só pelo valor intrínseco que elas carregam (e elas carregam sim enorme valor e bem estar em si), mas pelos efeitos práticos na vida e no desenvolvimento humano que elas geram.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Pensamento de Semanas atrás (parece que não tinha ido antes)
domingo, 29 de setembro de 2013
Não precisamos mais dele? Não precisamos de mais dele? Não precisamos demais dele? Não precisamos dele ainda mais? Não precisamos dele demais?
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Diplomacia e Liberdade
domingo, 11 de agosto de 2013
Guerra Fiscal? - Ou Estados Competitivos?
O que o pensamento político dominante aponta como sendo Guerra Fiscal: a escolha de alíquotas de ICMS competitivas; eu vejo como sendo uma saudável competição interfederativa por negócios e cidadãos entre os estados brasileiros. O estado, que provê maior custo x benefício entre os serviços públicos e os impostos pagos, ganha mais negócios e mais cidadãos tentem a desejar morar nele. Já aqueles mal administrados em que os benefícios do serviço público são baixos (infraestrutura mais precária, por exemplo) em relação ao nível dos impostos tendem a perder negócios e ver seus cidadãos deixarem seus espaços.
Para mim a preocupação e a urgência em acabar com esta competição é a expressão mais sólida de um imenso patrimonialismo de Estado entranhado em nossa pele até o osso. O imposto significa o preço pago pelos serviços públicos ditos gratuitos. Impedir que o cidadão-consumidor escolha seu fornecedor com diferenciação de preços representa criação de monopólios e oligopólios locais com forte favorecimento para os estados mais ricos em que as empresas e as indústrias já estão instaladas. Ou seja, é um esforço para manter um status quo em que por um lado ganham os mais ricos que deixam de perder e perdem os mais pobres que deixam de ganhar. Por outro lado todos perdem com a dificultação do livre comércio dentro do próprio Estado Nacional com pioras conhecidas para todos. Como podemos falar em livre comércio regional (MERCOSUL) ou livre comércio mundial (Rodada Doha) se não fazemos nosso dever de casa nem aqui dentro? Nossos fracassos internacionais não são só culpas de cenários externos desfavoráveis, mas antes de mais nada são expressões dos nossos vícios de casa, nacionais, na nossa política externa.
Ou o Brasil se pensa mais estrategicamente como ator global que é, ou estaremos fadados a consolidarmos uma posição de país de segunda categoria apesar de toda a riqueza multidimensional que possuímos
...
Coisa muito diferente do que discutimos aqui e que deveríamos repensar, entretanto, são as concessões de privilégios tributários para algumas empresas. Ou seja, quando o estado diminui impostos, não horizontalmente para toda a economia, mas para uma ou outra empresa escolhida a dedo. Por que uma empresa merece tal privilégio? Será que uma indústria internacional vale mais que uma construída aqui? Ou será que uma empresa de TI dos EUA implantada aqui representa mais desenvolvimento do que aquela nacional construída no quintal de alguém ou dentro de uma de nossas universidades? Caso aja alguma vantagem em tais concessões elas deveriam, no mínimo, ser feitas em critérios claros e objetivos, burocráticos no sentido weberiano, ao qual todas as empresas interessadas pudessem concorrer pela posição especial junto ao fisco. Isso se torna ainda mais crítico quando as empresas beneficiadas beneficiam os partidos políticos com doações para campanhas políticas.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Pensamentos: Saúde
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Pensamento do Dia!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Pensamento do Dia
Que o dia de hoje sirva para refletirmos sobre como podemos construir um país melhor para todos!
sábado, 1 de setembro de 2012
Pensamento do dia
Quando há direitos que só determinadas pessoas ou classes possuem o nome disso é privilégio.
sábado, 4 de agosto de 2012
Pensamento do Dia
Pare e Pense! Por que há uma campanha dos poderosos (políticos, mídia, industriais, líderes de sindicatos, líderes de ONGs que trabalham para o governo, líderes de conselhos profissionais, donos de monopólios como cartórios, etc) contra o liberalismo? O que une a todos estes atores antagônicos contra uma forma de encarar a política e o papel do Estado?
O que o liberalismo realmente prega? Serão liberais como Adam Smith, Irineu Evangelista de Souza (Barão de Mauá), Friedrich Hayek e muitos outros inimigos do Povo ou inimigos do poder?
Eu já tenho a minha opinião formada depois de ler alguns de seus trabalhos e trabalhos de seus opositores (socialistas, comunistas, anarquistas, libertários, conservadores, "neo"conservadores, etc). Por que você não lê também as proposições dos liberais clássicos e não tira suas próprias conclusões sobre se suas proposições são boas ou más para você e 99% da população? Por que não verifica se o que dizem que os liberais dizem é realmente o que eles dizem ou se não é uma coisa totalmente diferente e muito benéfica a todos?
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Pensamento do dia
terça-feira, 17 de julho de 2012
Pensamento do dia
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Pensamento do dia
No fim, se, indignada, reagir, a vítima vira réu.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Posição - Déficit Nominal
Fonte: http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPOLFISC
Com um pouco mais de esforço atingiríamos a déficit nominal zero ("parar de precisar de pegar dinheiro emprestado todo dia" pra manter nossas contas em dia). Com este salto de qualidade nas contas públicas, nosso país poderia dar um novo salto de qualidade nas finanças gerais e, provavelmente, começar um novo ciclo de crescimento sustentável até um novo patamar.