sábado, 13 de setembro de 2014

Pensamento da Semana - Ética e Moral

Diferenças entre as críticas moral e ética.


A crítica moral se dá quando utilizamos o costume e os padrões aceitos e compartilhados de comportamento para, a partir deles, julgar o valor de um comportamento de outra pessoa. A crítica moral é, portanto, uma análise operacional sobre um comportamento. No julgamento moral analisa-se se uma ação ou um comportamento se encaixa ou se desvia do conjunto de ações e comportamentos esperados de determinada pessoa segundo o que a prática cotidiana apresenta como sendo adequado. A crítica moral, não sendo menos útil pelas suas características, dá uma resposta rápida sobre como nós e os outros devemos agir. Neste sentido ela é uma análise de senso comum que verifica de forma ordinária se comportamentos ordinários combinam com os valores até então aceitos para uma comunidade. É um reflexo pré-condicionado que mantém a empatia e a colaboração diárias e reforça um sistema cultural de valores, normas e legitimidade.


Já a crítica ética é uma atitude racional e filosófica que questiona através da razão (da lógica) as implicações de causa e efeito de um comportamento à luz de alguns princípios e objetivando determinados resultados ou fins. Neste sentido o julgamento ético analisa uma ação ou comportamento tentando compreender as suas implicações na vida social e individual de entes dotados de razão e consciência. É uma análise estratégica que visa não só fazer respeitar valores, normas e legitimidade, mas reconstruí-los quando isto se fizer necessário. É a ciência humana que nos permite no campo social manifestar-nos como homo sapiens sapiens, como homem que sabe que sabe, a fim de reconstruir-nos para alcançar desejos superiores como o da felicidade. Não costuma ser uma atividade rápida, nem trivial, pois exige uma visão ampliada e uma análise maior de dados, hipóteses e possibilidades do que poderíamos fazer de forma automática e costumeira. É uma reflexão autônoma, cuidadosa, transformadora, arriscada e poderosa capaz de modificar indivíduo e sociedade. Fazendo-os capazes de garantir que melhoremos em direção às nossas utopias sem perder-nos em distopias. É o procedimento que nos permite corrigir o rumo, ampliando o contexto quando nossos referenciais mais próximos rumam ao abismo.




Obs: este é um pensamento original meu. Usem, questionem e modifiquem à vontade desde que citem a fonte.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Pensamento da Semana

Nada é mais danoso à eficiência de uma nação do que esperar que empresas façam o papel de governos e que governos façam o papel de empresas.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pensamento da Semana

Uma boa política de mobilidade urbana não se faz combatendo os carros ou condenando a ampliação da infraestrutura que ele utiliza. Uma política pública inteligente neste tema é aquela que visa ampliar em ordem de prioridade o conforto, a disponibilidade e a velocidade do transporte público.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Pensamento da Semana

O mundo precisa de exemplos! Faça de você o que você quer ver no mundo que ele te copia. #momentoinpiração

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Bandeira do Brasil

Você sabia de onde vem as palavras que formam o dístico da bandeira brasileira (Ordem e Progresso)?

Da célebre frase do positivista Augusto Comte:
"O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim"

Legal, né?

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Meu Minidicionário de Política #1

Igualdade: o estado em que todos têm acesso às mesmas oportunidades, podendo se manter, por escolha própria, diferentes.

Liberdade: o direito do indivíduo de fazer tudo o que ele próprio desejar sem ser importunado de nenhuma forma desde que as suas ações não causem impacto negativo significativo e direto na liberdade de outro indivíduo.

Fraternidade: o seguro social que impede que qualquer pessoa seja impedida de ter uma vida digna com acesso aos bens mínimos para a manter um cidadão, não importa quão ruins tenham sido as suas escolhas, ou quão ruins tenham sido as suas condições anteriores.

o governo só pode fazer o que a lei obriga: toda ação do Estado que interfira com o cidadão comum deve ser fruto de um acordo coletivo materializado em lei. Isto não impete, entretanto, o Estado de utilizar-se das melhores práticas possíveis na realização de seus trabalhos, mesmo que elas não tenham sido previamente previstas em lei.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Pensamento da Semana

Essa vai para os amigos do IPEA, IBGE e FJP: já pensaram em calcular os impostos da perspectiva do contribuinte médio levando em consideração taxas obrigatórias como o imposto sindical, taxas cartoriais, taxas de conselhos e etc?